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<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>
- Pequenos Retalhos -

Poesia em imagens e palavras
 Por onde ando:

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pinterest.com/marcellanano</description><title>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/</title><generator>Tumblr (3.0; @pequenos-retalhos)</generator><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/</link><item><title>"Talvez o mundo lhe pareça um lugar cheio de estradas erradas. Nossa percepção da vida é influenciada..."</title><description>“&lt;p&gt;Talvez o mundo lhe pareça um lugar cheio de estradas erradas. Nossa percepção da vida é influenciada por muitas variáveis, todas plausíveis. O reparo de nossa alma parece um trabalho eterno, sempre algo está fora do lugar. Mas não acredito que seja defeito de fabricação nascer assim “sem lugar”. Não falo de casa, cidade ou país. Falo de um lar para nossos sentimentos, desejos, sonhos, enfim, nosso ser. Ser é uma responsabilidade muito grande, mas não além da capacidade humana. Ser envolve escolhas, princípios e uma reconstrução constante de si perante a vida. Essa busca leva muitos ao desespero, mas esta busca leva. Fluir e fruir por este mundo é fundamental e as aflições de nossa alma é o que nos move. Algo que te mantém vivo, te mantém ansioso do futuro, não pode ser de todo mal. É que dói, eu sei, dói. Precisamos de um lugar que abrigue este nosso ser. Para alguns é a liberdade, para outros ainda que não pareça é a solidão, mas para todos em algum momento é a companhia. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Zilhões de variáveis e eu venho repetir-me sobre a necessidade de se encontrar em outro. Mas não confunda com Amor, pois este é peça. A verdade é que em meio a essa lapidação do que se é, precisamos de descanso. Acredite, não há férias dentro do seu próprio corpo. Há muitas ruas sem saída, muitos sentimentos sem resposta, muita melancolia se misturando com os sonhos, muita mesmice no horizonte. Precisamos de outro que enxergue alguma vírgula diferente, algum alívio para todo universo que carregamos em nós. Precisamos renovar as forças de nossos ideais e rearranjar a harmonia da nossa paz. A construção desse lar é muito gratificante para se deixar pelos caminhos. Plenamente ser é incrível. Tudo que se precisa para continuar é um outro, é um corpo para descansar a alma. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Talvez o mundo lhe pareça um lugar possível, todos os dias.&lt;/p&gt;”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Próximo - Danilo M. Martinho&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/45592665233</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/45592665233</guid><pubDate>Sun, 17 Mar 2013 13:19:00 -0300</pubDate></item><item><title>por Guilhermo Decurgez </title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/ff74b8e3e728b9a79f3684bbf9cda46f/tumblr_mjj2b9eitC1qa15aco1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;por Guilhermo Decurgez &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/45163879006</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/45163879006</guid><pubDate>Tue, 12 Mar 2013 00:13:00 -0300</pubDate></item><item><title>"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses."</title><description>“Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;h3 class="r"&gt;&lt;span&gt;Rubem Alves&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/45084041007</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/45084041007</guid><pubDate>Mon, 11 Mar 2013 00:20:09 -0300</pubDate></item><item><title>por Ricardo Siri Liniers</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/e58a9a05a48a1723d6077702c9794a78/tumblr_mjh7sfRnSk1qa15aco1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;por &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Ricardo Siri Liniers&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/45083798434</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/45083798434</guid><pubDate>Mon, 11 Mar 2013 00:17:03 -0300</pubDate></item><item><title>Peony - The White Deer</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/4abf6a468fc64674882391e9a22f9cbf/tumblr_mj2jcnB9R31qa15aco1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Peony - The White Deer&lt;/p&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/44431642620</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/44431642620</guid><pubDate>Sun, 03 Mar 2013 01:02:47 -0400</pubDate></item><item><title>"Saudade de quem amamos: se, por um lado, aperta o peito, por outro, e, paradoxalmente, faz esse..."</title><description>“Saudade de quem amamos: se, por um lado, aperta o peito, por outro, e, paradoxalmente, faz esse mesmo peito encher-se de profundos fôlegos.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Moreno Pessoa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/43487748817</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/43487748817</guid><pubDate>Tue, 19 Feb 2013 11:16:04 -0400</pubDate></item><item><title>"A distância mais linda entre dois pontos é a curva, tal os cantos da boca virando sorriso pra..."</title><description>“A distância mais linda entre dois pontos é a curva, tal os cantos da boca virando sorriso pra aproximar seres. Pontos podem ser pontes.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Moreno Pessoa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/43487587837</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/43487587837</guid><pubDate>Tue, 19 Feb 2013 11:12:14 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/ba0adba6a58cbdd59e70a5bfa6dad739/tumblr_mhrxc8yLcS1qa15aco1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/42392420909</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/42392420909</guid><pubDate>Tue, 05 Feb 2013 20:57:44 -0400</pubDate></item><item><title>Video</title><description>&lt;iframe width="400" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/aTLySbGoMX0?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/41965797179</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/41965797179</guid><pubDate>Thu, 31 Jan 2013 16:58:00 -0400</pubDate></item><item><title>“Quando seremos uma cidade sem fios? Que gênios esconderam...</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/8a3dbf41f6b528f56653a2c620718459/tumblr_mheezf1xwI1qa15aco1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;“Quando seremos uma cidade sem fios? Que gênios esconderam o rio com prédios, e o céu com cabos? Tantos quilômetros de cabos servem para nos unir, ou para nos manter afastados, cada um no seu lugar?”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;do filme Medianeras &lt;em&gt;(&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Sidewalls)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/41794340011</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/41794340011</guid><pubDate>Tue, 29 Jan 2013 13:52:27 -0400</pubDate></item><item><title>"Era uma festa. Comemorávamos a vinda de um bebê que ainda morava na barriga da mãe. Eu havia acabado..."</title><description>“&lt;p&gt;Era uma festa. Comemorávamos a vinda de um bebê que ainda morava na barriga da mãe. Eu havia acabado de segurá-la para que ela passasse a pequena mão na água da fonte do jardim. Ela tentava colocar o dedo gorducho no buraco para que a água se espalhasse, como tinha visto uma criança mais velha fazer. Parecia encantada com a possibilidade de controlar a água. Tem 1 ano e oito meses, cabelos cacheados que lhe dão uma aparência de anjo barroco e uns olhos arregalados. Com olheiras, Catarina é um bebê com olheiras, embora durma bem e muito. De repente, ela enrijeceu o corpo e deu um grito: “A menina…. A menina…. Quebrou”.  &lt;br/&gt;
Era um grito de horror. O primeiro que eu ouvia dela. Animação, manha, dor física, tudo isso eu já tinha ouvido de sua boca bonita. Aquele era um grito diferente. Não parecia um tom que se pudesse esperar de alguém que ainda precisava se esforçar para falar frases completas. Catarina estava aterrorizada. “A menina… A menina…” Ela continuava repetindo. Olhei para os lados e demorei um pouco a enxergar o que ela tinha visto em meio à tanta gente. Uma garota, de uns 10, 12 anos, talvez, com uma perna engessada. “Quebrou…” Catarina repetia. “A menina… quebrou.” &lt;br/&gt;
Ela não olhava para mim, como costuma fazer quando espera que eu esclareça alguma novidade do mundo. Era mais uma denúncia. Pelo resto da festa, ela gritou a mesma frase, no mesmo tom aterrorizado, sempre que a menina quebrada passava por perto. Nos aproximamos da garota, para que Catarina pudesse ver que ela parecia bem, e que os amigos se divertiam escrevendo e desenhando coisas no gesso, mas nada parecia diminuir o seu horror. Os adultos próximos tentaram explicar a ela que era algo passageiro. Mas ela não acreditava. Naquele sábado de janeiro Catarina descobriu que as pessoas quebravam.  &lt;br/&gt;
Eu a peguei, olhei bem para ela, olho no olho, e tentei usar minha suposta credibilidade de madrinha: “A menina caiu, a perna quebrou, agora a perna está colando, e depois ela vai voltar a ser como antes”. Catarina me olhou com os olhos escancarados, e eu tive a certeza de que ela não acreditava. Ficamos nos encarando, em silêncio, e ela deve ter visto um pouco de vergonha no assoalho dos meus olhos. Era a primeira vez que eu mentia pra ela. E dali em diante, ela talvez intuísse, as mentiras não cessariam. Naquela noite, depois da festa, fui dormir envergonhada.  &lt;br/&gt;
O que eu poderia dizer a você, Catarina? A verdade? A verdade você já sabia, você tinha acabado de descobrir. As pessoas quebram. Até as meninas quebram. E, se as meninas quebram, você também pode quebrar. E vai, Catarina. Vai quebrar. Talvez não a perna, mas outras partes de você. Membros invisíveis podem fraturar em tantos pedaços quanto uma perna ou um braço. E doer muito mais. E doem mais quando são outros que quebram você, às vezes pelas suas costas, em outras fazendo um afago, em geral contando mentiras ou inventando verdades. Gente cheia de medo, Catarina, que tem tanto pavor de quebrar, que quebram outros para manter a ilusão de que são indestrutíveis e podem controlar o curso da vida. E dão nomes mais palatáveis para a inveja e para o ódio que os queima. Mas à noite, Catarina, à noite, eles sabem. &lt;br/&gt;
E, Catarina, você tem toda a razão de duvidar. Depois de quebrar, nunca mais voltamos a ser como antes. Haverá sempre uma marca que será tão você quanto o tanto de você que ainda não quebrou. Viver, Catarina, é rearranjar nossos cacos e dar sentido aos nossos pedaços, os novos e os velhos, já que não existe a possibilidade de colar o que foi quebrado e continuar como era antes. E isso é mais difícil do que aprender a andar e a falar. Isso é mais difícil do que qualquer uma das grandes aventuras contadas em livros e filmes. Isso é mais difícil do que qualquer outra coisa que você fará.  &lt;br/&gt;
Existe gente, Catarina, que não consegue dar sentido, ou acha que os farelos de sentido que consegue escavar das pedras são insuficientes para justificar uma vida humana, e quebra. Quebra por inteiro. Estes você precisa respeitar, porque sofrem de delicadeza. E existe gente, Catarina, que só é capaz de dar um sentido bem pequenino, um sentido de papel, que pode ser derrubado mesmo com uma brisa. E essa brisa, Catarina, não pode ser soprada pela sua boca. Ser forte, Catarina, não é quebrar os outros, mas saber-se quebrado. É ser capaz de cuidar de seus barcos de papel – e também dos barcos dos outros – não como uma criança que os imagina poderosos, de aço. Mas sabendo que são de papel e que podem afundar de repente. &lt;br/&gt;
Não, acho que eu não poderia ter dito isso a você, Catarina. Não naquela noite, não agora. Ao lhe assegurar, cheia de autoridade de adulto, que tudo estava bem com a menina quebrada, com qualquer e com todas as meninas quebradas, o que eu dei a você foi um vislumbre da minha abissal fragilidade. Esta, Catarina, é uma verdade entre as tantas mentiras que lhe contei, ao tentar fazer com que acreditasse que eu seria capaz de proteger você. Vai chegar um momento, se é que já não houve, em que você vai olhar para todos nós, seus pais, seus “dindos”, seus avós e tios, e vai perceber que nós todos vivemos em cacos. E eu espero que você possa nos amar mais por isso.  &lt;br/&gt;
Essa conversa, Catarina, está apenas adiada. Talvez, daqui a alguns anos, você precise me perguntar como se faz para viver quebrada. Ou por que vale a pena viver, mesmo se sabendo quebrada. E eu vou lhe contar uma história. Ela aconteceu alguns dias depois daquela festa em que você descobriu que até as meninas quebram. Nós estávamos na fila do caixa do supermercado perto de casa, com uma cesta cheia de compras, e havia um homem atrás de nós. Era um homem vestido com roupas velhas e sujas, parte delas quase farrapos. E ele cheirava mal. Poderia ser alguém que dorme na rua, ou alguém que se perdeu na rua por uns tempos. Ficamos com medo de que o segurança do supermercado tentasse tirá-lo dali, ou que a caixa o tratasse com rispidez, ou que as outras pessoas na fila começassem a demonstrar seu desconforto, como sabemos que acontece e que jamais poderia acontecer. Enquanto pensávamos nisso, ele nos abordou. E pediu, com toda a educação, mas com os olhos dolorosamente baixos: “Por favor, será que eu poderia passar na frente, porque tenho pouca coisa?”.  &lt;br/&gt;
Quando lhe demos passagem, vimos que o homem não tinha pouca coisa. Ele só tinha uma. Sabe o que era, Catarina?  &lt;br/&gt;
Um sabonete. Era o que havia entre as mãos de unhas compridas e sujas, junto com algumas moedas e notas amassadas, como em geral são as notas que valem pouco. Aquele homem, que parecia ter perdido quase tudo, aquele homem talvez ainda mais quebrado que a maioria, porque tinha perdido também a possibilidade de esconder suas fraturas, o que ele fez? Quando conseguiu juntar uns trocados, o que ele escolheu comprar? Um sabonete. &lt;br/&gt;
Catarina, talvez um dia, daqui a alguns anos, você volte a me olhar nos olhos e a dizer: “A menina… quebrou”. Ou: “Eu… quebrei”. E talvez você me pergunte como continuar ou por que continuar, mesmo quebrada. E eu vou poder lhe dizer, Catarina, pelo menos uma verdade: “Por causa do sabonete”. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;br/&gt;
A menina quebrada: Uma carta para Catarina, que descobriu que até as crianças quebram.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;por Eliane Brum, colunista da Revista Época .&lt;/p&gt;”</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/41793840050</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/41793840050</guid><pubDate>Tue, 29 Jan 2013 13:43:00 -0400</pubDate></item><item><title>"O natal remete diferentes lugares na memória de cada um. O importante é sempre o que ainda seremos."</title><description>“O natal remete diferentes lugares na memória de cada um. O importante é sempre o que ainda seremos.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Danilo M. Martinho&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/38760404387</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/38760404387</guid><pubDate>Mon, 24 Dec 2012 22:11:35 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_m85cjqBEEf1rnqouso1_500.png"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/38674438130</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/38674438130</guid><pubDate>Sun, 23 Dec 2012 21:43:38 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://25.media.tumblr.com/14defc6e8a8b2bbadd1fa9451fec7880/tumblr_mfbhehniPd1rseuzmo1_500.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/38674055607</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/38674055607</guid><pubDate>Sun, 23 Dec 2012 21:38:49 -0400</pubDate></item><item><title>"Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o amor toma conta dele."</title><description>“Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o amor toma conta dele.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Platão&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36836893051</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36836893051</guid><pubDate>Thu, 29 Nov 2012 19:03:09 -0400</pubDate></item><item><title>"Não posso dizer que cheguei aqui ileso. Toda história tem dor, toda pele tem cicatrizes. As..."</title><description>“&lt;p&gt;Não posso dizer que cheguei aqui ileso. Toda história tem dor, toda pele tem cicatrizes. As tristezas sim, definiram muitas das minhas escolhas, eu escolhi ser melhor. Aprendi onde plantar minhas raízes. Libertei meu coração às suas vontades. Tentei e voltei a tentar. Se a vida é feita de passos, o horizonte é feito de sonhos. Ser feliz demora, exige demais de nossas crenças, cria inúmeras expectativas, mas chega. São pedaços do quebra-cabeça que nos completa. Chuvas no momento certo, abraços que se alongam, lembranças que nos alcançam, amigos que nos cercam, verdades que nos guiam. A felicidade chega e a vida é mais fácil. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ainda falta para me completar, mas o que tenho por perto é o que faz todo resto possível.&lt;/p&gt;”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Crer - &lt;strong&gt;Danilo M. Martinho&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36646903261</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36646903261</guid><pubDate>Tue, 27 Nov 2012 00:47:29 -0400</pubDate></item><item><title>"Vida se divide? Não digo compartilhar, mas dividir, como um bolo, como férias, como dinheiro até. A..."</title><description>“&lt;p&gt;Vida se divide? Não digo compartilhar, mas dividir, como um bolo, como férias, como dinheiro até. A diferença é que sabemos nestes caos o quanto temos e assim podemos ser justos. Para contar a vida precisamos de uma medida. Segundos, horas, dias, anos? Isso tudo mede o tempo, mas a vida se mede em tempo? Mesmo se esse fosse o caso, não há tempo determinado para nossa vida. Aliás, de ninguém, talvez das moscas que dizem sobreviver 48 horas, mesmo assim é arriscado afirmar algo desse tipo. Então se a vida não está dividida entre o ontem, o hoje e o amanhã, devemos ter a medida errada. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se fosse então os sentimentos que determinassem essa divisão. O primeiro amor, a primeira dor, as viagens inesquecíveis, as pessoas que partiram, o encontro com a nossa felicidade… Seria bom que fosse assim, dividiríamos a vida livre do tempo, pelas intensidades. Mas no mundo de hoje, efêmero e individualista, não posso garantir que certas alegrias cheguem a todos. Diante uma sociedade desigual seria menosprezo de minha parte desconsiderar as vidas que passam ao meu lado com suas particularidades tão belas, com dificuldades tão mais profundas. Cada vida conta. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Estaria então a vida a medir o ser humano? Mas a vida é feita de unidade única, singular, exclusiva. Tem diferentes formas e tamanhos. É muito mais do que idosos adultos e crianças. São classificações que seguem sem dividir a vida. Não posso fazer ela esperar as festas de fim de ano para mudar as coisas. Ou que eu só encontre meu grande amor carnaval. Termina-se um ano e pensamos em tudo que queremos para nossa vida no próximo. Mas a vida não é um ano, nem precisa esperar. Eu então resolvi que divido a vida em tudo que ela é, e tudo que ela ainda pode ser.&lt;/p&gt;”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Resolução de fim de ano - &lt;strong&gt;Danilo M. Martinho&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36646672297</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36646672297</guid><pubDate>Tue, 27 Nov 2012 00:43:37 -0400</pubDate></item><item><title>Photo</title><description>&lt;img src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_mdw8bxVZf21qa15aco1_400.jpg"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36282858692</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36282858692</guid><pubDate>Thu, 22 Nov 2012 10:31:09 -0400</pubDate></item><item><title>"Vejo um mundo que enche a cara para tentar preencher o buraco negro do coração. Melhor seria encher..."</title><description>“Vejo um mundo que enche a cara para tentar preencher o buraco negro do coração. Melhor seria encher primeiro o coração, se possível lotá-lo, para ai sim encher a cara, de sorrisos e gargalhadas, dessas que destacam-se até em meio ao ensurdecedor grito urbano das buzinas.”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Coiro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36251493335</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36251493335</guid><pubDate>Wed, 21 Nov 2012 21:36:34 -0400</pubDate></item><item><title>"Durante o dia a vida parece esquecer melhor, respirar melhor, o mundo até gira melhor, menos..."</title><description>“Durante o dia a vida parece esquecer melhor, respirar melhor, o mundo até gira melhor, menos magoado. E à noite, o que importa é a poesia fina que fica quando alguém vai embora. Esse tanto de gente (de)morando dentro da nossa saudade…”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; - &lt;em&gt;Rotina -&lt;strong&gt; Priscila Rôde&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;</description><link>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36136164115</link><guid>http://pequenos-retalhos.tumblr.com/post/36136164115</guid><pubDate>Tue, 20 Nov 2012 09:27:00 -0400</pubDate></item></channel></rss>
